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Geopolítica do Oriente Médio é tema de palestra da Escola do Legislativo

Majeski é diretor da Escola do Legislativo e professor de Geografia / Foto: Heloísa Mendonça Ribeiro

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Conflito histórico e complexo, a geopolítica do Oriente Médio e a guerra entre Israel e Irã foi tema de palestra realizada nesta terça-feira (1º), na Assembleia Legislativa. O evento, organizado pela Escola do Legislativo, foi aberto ao público externo e faz parte de um projeto de ampliação das temáticas abordadas na Casa em cursos e palestras.

Fotos da palestra

“A Escola do Legislativo sempre se concentrou em cursos voltados para as atividades do Poder Legislativo, que são essenciais e continuarão sendo oferecidos. No entanto, com o apoio da presidência do deputado Marcelo Santos (União), estamos expandindo o escopo da Escola, oferecendo cursos e palestras sobre diversas temáticas, abertos à sociedade, e não apenas aos servidores da casa. Essa é uma das primeiras iniciativas”, contou o diretor da Escola do Legislativo, Sergio Majeski.

Contexto geopolítico

Durante a palestra, Majeski, que é professor de Geografia e mestre em Educação, apresentou um panorama histórico do conflito, apontando as questões relacionadas à religião, ao território e à política que tornam a região instável. Atualmente, o conflito central gira em torno do potencial nuclear do Irã. Israel alega que o Irã possui grandes quantidades de urânio enriquecido, suficiente para bombas nucleares. O Irã defende que o seu programa nuclear é pacífico.

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“A questão geopolítica do Oriente Médio, uma das regiões mais complexas do mundo, nos leva a refletir sobre outros temas. As grandes organizações criadas após a Segunda Guerra Mundial, como a ONU (Organização das Nações Unidas), por exemplo, e outros acordos internacionais destinados a preservar a paz e o equilíbrio mundial, estão em declínio. A ONU, em certa medida, tornou-se ineficaz, e precisamos refletir sobre isso e suas implicações futuras. O conflito no Oriente Médio, mais um em uma região e muita disputa, vai além da questão da guerra em si, refletindo nas relações internacionais como um todo”, explicou o professor.

O palestrante também refletiu sobre a importância de buscar informações em fontes seguras e sobre os impactos de eventos globais. “Vivemos em um período complexo, com radicalismos e um excesso de informações de diversas fontes, dificultando a identificação daquilo que é realidade. Cursos presenciais ou híbridos, como esse, ministrados por profissionais qualificados, são uma forma de fornecer informações embasadas sobre problemas que afetam a política e a economia global, inclusive o Brasil. O Brasil, sendo uma das maiores economias do mundo, com mais de 200 milhões de habitantes, está inserido em um mundo interconectado, no qual eventos globais nos impactam de alguma forma”, pontuou.

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Fonte: POLÍTICA ES

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