Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Proposta mira no atendimento a mulheres com endometriose

Iriny quer campanhas educativas, prazo para realizar exames e capacitação de profissionais de saúde / Foto: Lucas S. Costa

publicidade

Criação de medidas para ampliar a oferta e garantir o acesso facilitado a exames específicos para o diagnóstico da endometriose na rede pública de saúde. Com esse foco, a deputada Iriny Lopes elaborou a Indicação Parlamentar 1110/2025, enviada ao governo do Estado, com propostas para prevenção e tratamento dessa doença crônica que atinge de 5% a 15% das mulheres em idade reprodutiva no país, segundo o Ministério da Saúde.

No texto, a parlamentar afirma que o “diagnóstico precoce é essencial para garantir qualidade de vida e reduzir impactos físicos e psicológicos”, evitando o agravamento do quadro de saúde. Por isso, pede a garantia de “oferta regular de exames como ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal, ressonância magnética da pelve e videolaparoscopia diagnóstica” (quando indicada por médico). E recomenda prazo máximo de até 60 dias após a solicitação médica para a realização de exames.

Ela lembra que, embora o Sistema Único de Saúde ofereça exames, “o acesso a esses procedimentos ainda é limitado especialmente em regiões de maior vulnerabilidade social. Outras recomendações constam na proposta, como campanhas educativas para desmistificar a dor menstrual; a capacitação de profissionais de saúde para o diagnóstico precoce da endometriose; e a descentralização dos serviços, com a oferta de exames em todas as regiões.

Leia Também:  Projeto disciplina teor de músicas em escolas

Endometriose

De acordo com o Ministério da Saúde, a endometriose é uma condição ginecológica na qual o tecido que normalmente reveste a parte de dentro do útero, chamado endométrio, cresce fora do útero, principalmente na região pélvica das pessoas do sexo feminino (entre o umbigo e a virilha).

Seus principais sintomas são cólicas menstruais severas, dor pélvica constante, dor e desconforto durante a relação sexual e alterações intestinais. No Brasil, o tempo médio para confirmação da doença chega a ser de 8 a 10 anos, conforme estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

A Indicação Parlamentar 1110/2025 foi aprovada pelo Plenário e encaminhada ao governo do Estado.

Fonte: POLÍTICA ES

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade