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Poetas trovadores homenageiam parceiros e a obra de Castro Alves

O deputado Coronel Weliton participou do evento na Ales / Foto: Kamyla Passos

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Com o apoio do deputado Coronel Weliton (PRD), a Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores (ACLAPTCTC) celebrou, na noite de quinta-feira (12), a obra do Poeta Castro Alves, deu posse a novos acadêmicos imortais e comemorou os 46 anos de existência do grupo. O evento foi realizado na Assembleia Legislativa (AEm discurso, Coronel Weliton destacou a importância da entidade, que é reconhecida como de utilidade pública, na valorização da cultura, da arte e no fomento da paz social.

“A solenidade de hoje quer recordar o legado de Castro Alves, o grande poeta dos escravos, ele que desenvolveu uma poesia social comprometida com as causas da democracia e liberdade. Bem como comemorar o Dia da Poesia, que nesse momento possa mostrar um novo estado, o valor dos escritores, o valor da cultura, a trova de todos vocês que, de mãos dadas, fazem com que nós possamos ainda acreditar que pessoas de bem podem mudar o mundo”, destacou o parlamentar.

Conhecido como o poeta dos escravizados, Castro Alves nasceu em 14 de março de 184, na Bahia. A homenagem ao escritor contou com declamação de poesia e discurso sobre a história e importância do autor de “O Navio Negreiro”, poema abolicionista escrito em 1868 e publicado posteriormente.

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Parceiros culturais

No evento foi homenageada a Diretoria da Escola de Samba Rosas de Ouro, com sede na Serra, uma importante parceira cultural da Academia de Trovadores. Também foi comemorada a certificação do Ministério da Cultura dada à ACLAPTCTC como “Pontão de Cultura”. A categoria “Pontão”, dentro da política nacional Rede Cultura Viva, agrega entidades que são referências com capacidade para articular e colaborar na evolução de Pontos de Cultura e coletivos, seja por região, setor ou tema.

Para o presidente da academia, poeta, escritor e historiador Clério José Borges, o reconhecimento como Pontão de Cultura reforça a função social da entidade. Ele disse que o ato demonstra que a academia está próximo ao povo e que esse precisa estar na “praça” fomentando a cultura da sociedade brasileira, como o poeta baiano tanto defendia.

Fonte: POLÍTICA ES

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