O olhar feminino na política traz uma sociedade mais fraterna, mais justa, com mais igualdade e que vê a necessidade de todos. A reflexão da deputada Janete de Sá (PSB) no dia que marca os 93 anos (3 de novembro de 1932) da conquista do voto feminino no Brasil foi levada à tribuna da Assembleia Legislativa (Ales) na sessão desta terça-feira (4).
A deputada considerou a conquista um marco para toda a sociedade e a democracia nacional. “O que garantiu a participação das mulheres na vida política de nosso país, inicialmente votando, porque nem poderiam logo no início serem votadas, mas acabou sendo logo depois. Isso acabou se constituindo numa vida política mais plena. Essa data representa a importância da igualdade, da participação das mulheres nesses espaços de decisão”.
Janete destacou que só com representatividade feminina há construção de uma sociedade mais justa e entrega de entusiasmo e motivação de geração a geração.
“O direito ao voto não é somente uma conquista legal. É a afirmação de que a voz da mulher é essencial para as decisões que impactam toda a sociedade. Ao longo dos anos, mulheres brasileiras contribuem com coragem, competência, dedicação e garra na transformação de políticas públicas, defendendo direitos e inspirando novas gerações”.
Para a parlamentar, a data é para celebrar “compromisso com a justiça social, com a democracia e, sobretudo, o protagonismo das mulheres na política”, mas o movimento deve ser constante: “a mulher precisa se desafiar e entrar nesses espaços, sobretudo de poder”.
Hospital Santa Rita
Na mesma sessão, Janete de Sá repercutiu sobre as investigações em relação ao surto de contaminação no Hospital Santa Rita. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) encontrou bactéria que agora se soma à suspeita inicial do fungo histoplasma sp. A investigação encontrou a bactéria Burkholderia cepacia em amostra de água de bebedouro na área de descanso dos funcionários.
O fato é preocupante, conforme Janete, pois a bactéria é associada às infecções respiratórias. A deputada defendeu que a segurança da equipe de funcionários, de enfermagem e de médicos da unidade seja a prioridade neste momento.
“Esse achado trouxe muita preocupação porque a gente ainda não sabe se apenas o fungo é responsável por esses episódios, mas se também esta bactéria. Fundamental para o nosso entendimento que a Secretaria de Saúde, o Lacen, a Fiocruz prossigam com a máxima urgência com essas investigações para elucidar este caso”.
Fonte: POLÍTICA ES








































