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Deputado quer mais medidas contra o crime organizado no ES

Alcântaro: A guerra de tráfico está sem precedentes no Estado / Foto: Paula Ferreira

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As ações do crime organizado no Espírito Santo foram tema do discurso do deputado Alcântaro Filho (Republicanos) na sessão ordinária da Assembleia Legislativa (Ales) desta segunda-feira (29). O parlamentar pediu a contratação de mais policiais e medidas mais incisivas do governo do Estado para combater a criminalidade.

Para o deputado, há um descontrole na questão da segurança pública estadual. “A guerra de tráfico está sem precedentes no Estado. Estão tacando fogo em ônibus, matando inocentes e vitimando inocentes em vários municípios, como na Serra. (…) O que é arrotado como Estado Presente (programa governamental de combate à violência) está sendo um presente precioso próximo da benevolência para o crime organizado”, disparou.

Fotos da sessão

De acordo com Alcântaro, medidas como colocar câmeras em policiais e a instalação de totens de segurança não são soluções para o combate à criminalidade. “Tinha que colocar mais efetivo, investir mais nas polícias e dar totais condições para as polícias fazerem o combate”, apontou. Também mencionou que mesmo com o recente concurso da Polícia Militar (PMES), continua existindo um déficit de policiais.

Ele ainda disse que especialistas analisam que o Espírito Santo pode ser atualmente o que o Rio de Janeiro foi há 20 anos e que o Estado ocupa hoje a 20ª posição entre os mais seguros do Brasil. “No quesito segurança o Estado está pior do que o Rio de Janeiro. Está na zona de rebaixamento”, lamentou.

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Por fim, o parlamentar falou que no início do governo de Renato Casagrande (PSB) o Estado ocupava a 10ª posição nesse ranking da segurança. “O Espírito Santo clama por segurança, clama de fato por um ‘Estado Presente’, não em propaganda, mas na vida real e nas ruas dos municípios”, concluiu.

Turismo

Já o deputado Coronel Weliton (PRD) usou seu tempo de pronunciamento para pedir que o Executivo estadual acolha indicação dele que sugere a transformação do posto “Zito Pinel”, localizado no Trevo de Pequiá, Iúna, em um ponto de acolhimento, recepção e informação turística, voltado à promoção integrada de todos os municípios capixabas.

“O turista que vem por Minas Gerais buscar descanso no litoral capixaba passa por esse posto. Essa transformação em ponto é fundamental para o desenvolvimento do turismo, uma fonte limpa de arrecadação de impostos, geração de renda e de desenvolvimento social, que vai fazer diferença diante da Reforma Tributária”, explicou.

“Seria muito importante (a transformação do posto), porque é a entrada do nosso estado, poderia passar muitas informações para os turistas para facilitar o acesso ao Estado. Poderiam passar para conhecer outros locais, como o Posto do Café, que é uma região muito bonita”, completou Delegado Danilo Bahiense (PL).

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Secretaria da Pesca

Coronel Weliton ainda solicitou que a administração estadual faça o desmembramento da atual Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) em duas: uma voltada a para agricultura e outra para a pesca. Para o parlamentar, essa iniciativa iria aprimorar o trabalho junto aos respectivos setores.

“A agricultura é a maior geradora de empregos no Espírito Santo. No entanto, entendemos que os pescadores, as colônias, merecem nosso apoio e que tenham uma secretaria. Temos um litoral com centenas de quilômetros, com milhares de famílias que trabalham na atividade pesqueira. (…) Nosso estado tem a tradicional moqueca capixaba, que nos outros estados é chamada de peixada”, lembrou.

Segundo o deputado, a divisão em duas secretarias iria proporcionar maior atenção para o segmento pesqueiro. “É para desenvolver as políticas sociais e de financiamento da atividade, o desassoreamento dos diversos rios capixabas, investir em estaleiros, em tratores para tirar os barcos dos rios e promover reformas nos barcos. Os pescadores estão órfãos dessa secretaria para promover essas políticas públicas para esses cidadãos que tanto nos orgulham”, finalizou.

Fonte: POLÍTICA ES

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