A sessão plenária desta quarta-feira (11) abriu espaço para a apresentação sobre os Clubes dos Desbravadores e Aventureiros, organizações da Igreja Adventista do Sétimo Dia voltadas para a formação de crianças e adolescentes e a prestação de serviços sociais.
O Clube dos Desbravadores é considerado patrimônio cultural imaterial do estado pela Lei 12.246/2024, iniciativa do deputado Capitão Assumção (PL), autor também do requerimento para a explanação nessa quarta.
O deputado Marcelo Santos (União), presidente da Assembleia Legislativa, aproveitou a oportunidade e disse que ele mesmo já foi um “desbravador”. “Eu fui batizado nas águas em 1985 pelo pastor Paulo Barbosa, na Igreja Adventista de Campo Grande, e participei do primeiro Camporé (uma espécie de grande acampamento). Então, esse trabalho é importante que seja reconhecido”, destacou.
Frente a uma plateia formada por membros e dirigentes da organização, Capitão Assumção afirmou que aquele era um momento de reconhecimento ao trabalho executado: “Os deputados abrem mão de um momento importante da sessão, em que são discutidos assuntos de interesse do Estado, para que mais capixabas possam compreender a magnitude desse trabalho, tanto na vertente social quanto espiritual, que dá à sociedade exemplos de bons cidadãos como esses que estão aqui”, pontuou.
Para Assumção, a iniciativa é relevante porque a organização realiza um chamado a crianças e jovens para que integrem a fé e a ação social. O parlamentar disse que os clubes dos desbravadores existem desde 1950 e hoje somam 14 mil, com 10 mil de aventureiros no Brasil.
O deputado salientou a importância do trabalho do pastor Udirley Kloss Segantini, bacharel em Teologia, desde 2023 na liderança dos clubes de desbravadores e aventureiros na Região Centro-Norte da Associação Espírito-Santense das Igrejas Adventistas do Sétimo Dia.
Foi Udirley quem conduziu a apresentação de mais de uma hora, com o tema “Desbravadores e aventureiros a serviço da comunidade”. Ele destacou os líderes que também participam do movimento que tem como público-alvo crianças, adolescentes e jovens no estado.
“Os clubes estão sempre prontos para estender as mãos em ações sociais e cívicas e prontos para agir com coragem em tempos difíceis de crise humanitária. É uma geração que decidiu viver para servir e que não se esconde quando a sociedade precisa dela. Pode nos dar a missão, e nós todos vamos de lenço (símbolo do clube)”, disse Udirley.
Fonte: POLÍTICA ES








































