Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Projeto quer acolhimento para professor agredido

publicidade

A cena não é tão difícil de imaginar: professores sendo ameaçados e insultados por alunos – e às vezes até pelos pais dos estudantes – nas escolas. Em alguns casos, a violência chega à agressão física. Esses profissionais da educação podem passar a ter prioridade nos atendimentos psicológicos oferecidos pela rede estadual de saúde. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 229/2024, que tramita na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales).

O autor da iniciativa é o deputado Zé Preto (PL). Segundo ele, esse suporte psicológico de urgência visa preservar a saúde mental desses profissionais, e garantir o tratamento adequado de possíveis traumas e transtornos decorrentes das agressões e ameaças.

“A realidade educacional e social do Estado impõe desafios, especialmente, aos profissionais da educação que trabalham em regiões mais críticas, onde a criminalidade é prevalente. Essa realidade afeta o dia a dia desses profissionais que, ocasionalmente, são vítimas de ameaças e agressões”, justifica o parlamentar.

Zé Preto ainda aponta que a violência no ambiente escolar pode ter sérias consequências para todos os envolvidos, pois afeta o processo educativo e a qualidade do ensino. “A saúde mental dos educadores é prejudicada por esses atos, o que afeta o desempenho profissional”, conclui.

Leia Também:  Alcântaro quer toxicológico para aluno da rede estadual

A preferência nos atendimentos psicológicos em situações como as descritas na iniciativa tem como objetivo assegurar condições de trabalho adequadas para esses profissionais.

Para terem direito à prioridade, as vítimas deverão apresentar cópia do boletim de ocorrência ou declaração emitida pelo responsável da instituição escolar, constando o relato dos fatos.

Tramitação

O projeto já está tramitando na Casa. Ele será analisado pelas comissões de Justiça, de Saúde, de Educação e de Finanças.

Confira mais detalhes da tramitação do PL 229/2024

Fonte: POLÍTICA ES

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade