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Mestre Álvaro e Moreno podem virar patrimônio

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Com o objetivo de preservar a fauna e a flora e fomentar o turismo do Morro do Moreno, em Vila Velha, e do Mestre Álvaro, na Serra, o deputado Coronel Weliton (PRD) propõe que os dois ícones da paisagem do Espírito Santo sejam declarados patrimônio natural, material e turístico do estado.

No Projeto de Lei (PL) 186/2024, referente ao Mestre Álvaro, o deputado destaca que o maciço é uma formação rochosa de origem vulcânica com aproximadamente mil metros de altitude sendo “considerado uma das maiores elevações litorâneas da costa brasileira”. Cita, ainda, que o local abriga uma das últimas áreas da Mata Atlântica de altitude do estado, uma subdivisão do bioma litorâneo, que ocorre em campos de altitude e prevalece o crescimento de gramas.

Sobre o Morro do Moreno, objeto do PL 187/2024, Coronel Weliton frisa a riqueza natural e potencial turístico do local. “Além de ser cercado pelo mar e pela vasta flora, que possui desde flores e orquídeas de pequeno porte, a árvores frutíferas, também conta com locais para pesca, rapel, trilhas, mountain bike, rampa para voo livre, além da bela vista para a cidade de Vitória e Vila Velha”, fundamenta.

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Vale reforçar que o local costuma ser visitado por aqueles que gostam de praticar esportes e atividades físicas ao ar livre. No final de semana é comum encontrar diversos grupos de amigos que se unem para subir o morro e apreciar a vista.

Curiosidades

Coronel Weliton apresenta na justificativa dos projetos curiosidades sobre a origem dos nomes e a importância desses pontos icônicos do estado. “Segundo os antigos moradores de Serra, o Mestre Álvaro recebeu este nome porque ali morava um mestre de carpintaria, ou professor, de nome Álvaro e sempre que alguém desejava algum serviço dele, dizia: ‘Vou ao Morro do Mestre Álvaro’. Outros explicam que o morro serve de orientação aos pescadores, que se sentem seguros de seguirem pelo mar até que mantenha ao alcance dos olhos o topo do mesmo, que chamam de ‘Mestre Álvaro’”, diz no PL 186.

“(…) no início da colonização do Espírito Santo o Morro do Moreno funcionava como posto de observação para proteger Vila Velha e Vitória de ataques inimigos. O responsável por essa observação era um colono, que veio de Portugal com Vasco Fernandes Coutinho, chamado João Moreno, o qual originou o nome que intitula o morro”, explica na justificativa do PL 187.

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Tramitação

Os projetos devem ser analisados pelas comissões de Justiça, de Cultura, de Turismo, de Meio Ambiente e de Finanças antes de serem votados em sessão.

Acompanhe a tramitação do PL 186/24 e PL 187/2024

Fonte: POLÍTICA ES

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