Pausar para recomeçar. No mês do servidor, os funcionários da Assembleia Legislativa (Ales) puderam tirar uma manhã para se dedicar a práticas como a meditação e a ioga. O evento “Minirretiro Urbano”, promovido pelo Programa de Qualidade de Vida da Ales, teve o objetivo de promover o autocuidado do corpo e da mente.
A manhã desta quinta-feira (17) começou com apresentação dos instrutores e dos participantes, que se sentaram em uma roda. Uma prática simples, mas que, segundo o coordenador do programa, Alex Amorim, é uma forma ancestral utilizada pelos indígenas, por exemplo, quando precisam conversar de igual para igual e tomar decisões.
Em seguida, os servidores participaram de uma prática de meditação mindfullness (atenção plena), com o instrutor Anderson Rangel, que é professor de ioga há mais de 20 anos.
Após a meditação, os funcionários da Casa puderam vivenciar uma prática de ioga com a instrutora Beatriz Haddad. Beatriz é servidora da Assembleia e atua na Secretaria de Comunicação como produtora de jornalismo. Ela pratica ioga há 15 anos e hoje é instrutora. Ela disse que está contente que a Ales esteja aberta a momentos como esse. “Essa é a primeira de muitas atividades”, comemorou.
Servidora do Ministério Público, Camile Britto foi convidada para conduzir a “vivência de reconexão”. “Esse ‘minirretiro’ foi pensado pra proporcionar exatamente um momento de pausa para a gente recomeçar mais energizado. Porque no corre-corre do dia a dia, a gente vai sendo atropelado pelas nossas atividades. Se bobear, a gente não para nem para respirar”, alertou.
Camille se define como uma eterna buscadora do autoconhecimento: “A proposta é cuidar do corpo, da mente e do espírito. Então vamos ter a prática de ioga para despertar o corpo, a parte da meditação para acalmar a mente. Depois a gente vai ter uma vivência, uma roda de conversa (…) e, por fim, vai ter uma meditação sonora para terminar de relaxar e poder voltar às atividades com outro vigor”, revelou.
“É muito importante a gente ter esses momentos de autocuidado. Aquela história do avião: a máscara tem que vir primeiro na gente para a gente poder auxiliar os outros. E a gente acaba, muitas vezes, negligenciando esse autocuidado. Então, a proposta é essa, é trazer um bem-estar, é trazer relaxamento, despertar em cada um que está aqui esse desejo de criar mais momentos de pausa, plantar essa sementinha para que a gente consiga se autorregular com mais facilidade”, explicou.
Fonte: POLÍTICA ES






































