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Plenário veta piercing e tatuagem em animais

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Os deputados aprovaram o Projeto de Lei (PL) 752/2021, que altera o Código Estadual de Proteção aos Animais (Lei 8.060/2005), para incluir no texto a proibição da realização de tatuagens e a implantação de piercings em animais domésticos e silvestres para fins estéticos. A matéria, de Janete de Sá (PSB), foi uma das duas acatadas na sessão ordinária da Assembleia Legislativa (Ales) desta segunda-feira (10).

A proposta já havia sido analisada pelas comissões de Justiça, Proteção e Bem-Estar dos Animais e Finanças, tendo recebido parecer favorável em todas, faltando apenas a votação em plenário, o que ocorreu de maneira simbólica durante a sessão.

Na justificativa da proposição, Janete qualifica como “um ato covarde” fazer uma tatuagem ou um piercing num animal e observa que a prática está se tornando tendência nos Estados Unidos. “Tal procedimento tem por finalidade apenas satisfazer a vaidade de seu tutor, mesmo que para isso o animal tenha que passar por dor e sofrimento”, pontua.

Fotos da sessão

Mão amiga

Também foi acolhido o PL 58/2023, de Denninho Silva (União), que institui o Selo “Empresa Mão Amiga”, destinado às empresas que promovem a inserção no mercado formal de trabalho dos jovens que prestaram o Serviço Militar obrigatório no ano subsequente à sua baixa.

Assim como o projeto anterior, também havia recebido parecer favorável nas comissões de Justiça e Finanças, restando somente a votação pelo conjunto dos parlamentares, que aconteceu de forma simbólica.

De acordo com a iniciativa, o selo terá validade de dois anos e poderá ser renovado por igual período. A decisão ficará a cargo da autoridade competente. As empresas contempladas com o selo poderão usar esse diferencial em peças publicitárias.

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Esses dois projetos seguem agora para sanção ou veto do governador Renato Casagrande (PSB).

Municípios capixabas

Foi acatada em primeiro turno, por 21 votos favoráveis e nenhum contrário, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 1/2023, de Allan Ferreira (Podemos), que acrescenta na Constituição Estadual a relação nominal dos 78 municípios que compõem a organização político-administrativa do Espírito Santo.

Ferreira explica na justificativa da matéria que a finalidade é valorizar os municípios capixabas. “É um reconhecimento a esses entes federativos (…), dada a importância e a força natural da representação municipal do Estado”, ressalta.

Com a aprovação, a PEC vai ser baixada de pauta e pode retornar para a votação em segundo turno somente após duas sessões ordinárias.

Veto

Por fim, os parlamentares mantiveram, com 24 votos favoráveis e nenhum contrário, o veto parcial ao Projeto de Lei Complementar (PLC) 7/2024, do próprio Executivo, que reestrutura a Política de Teletrabalho no âmbito da administração pública direta, autárquica e fundacional do Estado.

Essa proposta deu origem à Lei 1.081/2024, que já está em vigor. O trecho vetado após parecer da Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger) é o que retira das diretrizes para o regime de teletrabalho o texto “designação privativa para servidores titulares de cargo efetivo”, abrindo assim a possibilidade de ocupantes de funções de confiança e de cargos em comissão participarem do teletrabalho.

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Relator na Comissão de Justiça, o deputado Mazinho dos Anjos (PSDB) emitiu parecer pela manutenção do veto, que foi acompanhado pelos membros do colegiado e, depois, ratificado pelo Plenário da Casa.

Confira como ficou a Ordem do Dia:

  • 1. Veto Parcial ao Projeto de Lei Complementar (PLC) 07/2024, do governador do Estado, que reestrutura a Política de Teletrabalho no âmbito da administração pública direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo do estadual. Veto mantido por 24 votos favoráveis e nenhum contrário;
  • 2. Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 01/2023, de Allan Ferreira (Podemos) e outros, que acrescenta o artigo 14-A na Constituição Estadual, para incluir a relação nominal dos 78 municípios, que compõem a organização político-administrativa do Estado. Aprovado em 1º turno com 21 votos favoráveis e nenhum contrário;
  • 3. Projeto de Lei (PL) 752/2021, de Janete de Sá (PSB), que altera a Lei 8.060/2005, incluindo o inciso XXVI ao artigo 2º, vedando a realização de tatuagens e a implantação de piercings em animais domésticos e silvestres para fins estéticos. Aprovado;
  • 4. Projeto de Lei (PL) 58/2023, de Denninho Silva (União), que institui o Selo “Empresa Mão Amiga”, destinado às empresas que promovem a inserção no mercado formal de trabalho dos jovens que prestaram o Serviço Militar obrigatório previsto no artigo 143 da Constituição Federal de 1988, no ano subsequente à sua baixa. Aprovado.

Fonte: POLÍTICA ES

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