Vinte e cinco de novembro é o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, e não só a data, mas ações efetivas pelos agentes políticos foram ressaltadas pela deputada Janete de Sá (PSB) em discurso durante sessão plenária nesta terça-feira (25).
Para Janete, é preciso enfatizar não uma data comemorativa, mas “um marco mundial de conscientização e de resistência, acima de tudo, um chamado urgente à ação”. A data remete ao brutal assassinato de três irmãs (as irmãs Mirabal), em 1960, cometido por forças de segurança da ditadura de Rafael Trujillo, na República Dominicana.
“Elas se tornaram símbolo imortal da coragem de todas as mulheres que ao longo da história romperam o silêncio e lutaram por dignidade e liberdade. Essa força e resiliência histórica é o motor que move nosso trabalho diário”, refletiu Janete.
Para a parlamentar, o combate à violência que ainda persiste passa por “lutar” pelas políticas públicas, mas passa ainda pela construção de propostas de lei que dialoguem antes com “mulheres reais que encontraram a força para se recuperar, superar o medo e reconstruir suas histórias”.
Janete listou da tribuna algumas leis estaduais que surgiram de iniciativas dela e buscam em diversas frentes combater a violência de gênero ou potencializar o espaço e os direitos das mulheres na sociedade. “Cada lei aprovada e ação fortalecida representa uma mulher a mais amparada, uma família preservada, um passo firme rumo à igualdade plena”.
Passaporte equestre
Durante a fase das comunicações, o deputado Zé Preto (PP) fez novo discurso defendendo a importância do estabelecimento de passaporte equestre, o que segundo o parlamentar pode beneficiar mais de 100 mil produtores no ES – desde criadores de animais até agricultores que contam com animais em suas atividades.
Para pedir apoio do Poder Executivo, o capixaba reproduziu vídeo do vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, comentando sobre o documento que aquele estado passará a fornecer. A defesa de um passaporte sanitário busca eliminar a emissão de nova Guia de Trânsito Animal (GTA) a cada nova movimentação do animal.
“Quando falamos do passaporte, no interior do nosso estado, muitas das vezes a pessoa não tem internet para tirar, tem que ir à cidade, é uma burocracia muito grande. Isso vai dar muita leveza para o produtor. As pessoas acham que produtor é rico, mas produtor é trabalhador”, afirmou o deputado.
Em aparte, o deputado Lucas Polese (PL) também defendeu a urgência do tema. “É o décimo estado (Minas Gerais) que está sendo aprovado e quando a gente começou a trabalhar por esse projeto aqui na Casa tinham três estados no Brasil com o passaporte equestre em vigor. Estamos há mais de ano nessa peleja e já têm sete estados a mais do que na época”.
Fonte: POLÍTICA ES








































