A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa (Ales) vai reunir, nesta terça-feira (8), integrantes dos três Poderes do Estado e representantes da sociedade civil para dar continuidade ao processo de implementação do Observatório da Violência contra a Mulher, coordenado pelo órgão do Legislativo. A reunião será às 9h30, no Salão Nobre.
A intenção é preparar uma estrutura que reúna informações diversas, como pesquisas científicas, legislação, dados sobre a violência de gênero e redes de apoio para as vítimas, entre outros aspectos. Tudo em uma plataforma na internet, acessível a todos. Em reuniões anteriores, foram criados grupos de trabalho e os participantes ficaram responsáveis por tarefas específicas.
Agora, neste terceiro encontro, o objetivo é apresentar os resultados da execução das tarefas designadas aos grupos e avançar na formalização das próximas etapas do observatório. Estão convocados para a reunião os mesmos participantes das edições anteriores, como representantes das secretarias de Estado das Mulheres; dos Direitos Humanos; da Educação; da Saúde; da Segurança Pública; e de Assistência e Desenvolvimento Social. Também devem estar presentes representantes do Tribunal de Justiça do Estado; do Tribunal de Contas; do Ministério Público; da Defensoria Pública; da OAB-ES; da Ufes; do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher do Estado do Espírito Santo (Cedimes); e do Fórum Estadual de Mulheres.
A deputada Iriny Lopes, que comanda o órgão, destacou que a iniciativa é fundamental na luta pelos direitos e pela proteção da vida das mulheres capixabas. “O Observatório será uma ferramenta estratégica para monitorar dados, identificar violações e propor políticas públicas mais eficazes. A construção desse espaço tem sido feita com muito diálogo e o compromisso de diversas instituições que se somam nesse esforço. Na reunião desta terça-feira, vamos avançar na definição da missão, dos objetivos e das atribuições de cada entidade envolvida — um passo essencial na construção do Termo de Cooperação, instrumento tão necessário no enfrentamento à violência de gênero”, explicou a parlamentar.
Fonte: POLÍTICA ES






































