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Ales homenageia Sindicato dos Professores por seus 70 anos

Sessão Especial em homenagem aos 70 anos do Sinpro-ES / Foto: Kamyla Passos

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O parlamento estadual realizou, na noite desta quarta-feira (18), uma Sessão Especial por ocasião dos 70 anos do Sindicato dos Professores no Estado do Espírito Santo (Sinpro-ES). O presidente da entidade, Juliano Pavesi, fez um resgate histórico da luta da categoria nestas sete décadas de atividades do sindicato, relembrando que a entidade, criada em 1955 por pioneiros do magistério que sonhavam com a valorização da categoria, sofreu vários percalços, principalmente na época da ditadura militar.

Pavesi acrescentou que os diretores do Sinpro-ES se engajaram nacionalmente pela redemocratização do país, o que permitiu fazer com que a entidade pudesse acabar com as influências contrárias aos interesses dos professores. Atualmente, segundo ele, o Sinpro reúne quase 17 mil filiados no Espírito Santo, atuando em todos os estabelecimentos particulares, desde a escola infantil até as universidades.

Conquistas

O presidente do sindicato afirmou que nos últimos anos a entidade tem conquistados vários benefícios para os professores, destacando o tíquete alimentação e o plano de saúde. Ele acredita que o desafio contemporâneo é diminuição da sobrecarga de trabalho, uma vez que depois da pandemia os professores continuaram tendo a mesma carga laboral da época do isolamento.

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“Pelo menos 70% dos professores das escolas particulares apresentam algum tipo de problema de ordem emocional, boa parte ocasionada pelo excesso de trabalho”, avalia.

Violência nas escolas

O proponente da Sessão Especial, deputado João Coser (PT), ao saudar os professores pelos 70 anos do Sinpro-ES, citou entre os desafios da entidade, além da busca de uma carga de trabalho mais justa para o magistério, é enfrentar o fenômeno da violência no ambiente escolar.

Para o parlamantar, se trata de um assunto que depende do envolvimento de toda a sociedade na busca por uma solução para o problema que tem levado alguns profissionais do ensino, de acordo com ele, a ficarem desestimulados de continuar na profissão.

Educação de qualidade

O secretário de Estado de Educação, Vítor de Ângelo, lembrou que desempenhou por 15 anos a função de professor em universidade particular e, por isso, sabe da importância de se ter um sindicato para defender a categoria.

“Imagino como deve ter sido difícil o início deste sindicato e a caminhada de todos os diretores juntamente com os filiados. Pessoas que tiveram participação em momentos decisivos”, afirmou.

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Vitor ressaltou que os sindicatos são parte de toda uma rede de construção de uma educação de qualidade e de um ambiente de qualidade para professores e alunos.

Fonte: POLÍTICA ES

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