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Filarmônica de Mulheres encanta público na Ales

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Sob a regência da maestrina Alice Nascimento, a Filarmônica de Mulheres do Espírito Santo (Femes) encantou o público presente nesta terça-feira (15), na abertura da série de concertos do programa “De Portas Abertas”, realizado pela Assembleia Legislativa (Ales) como parte das comemorações dos 190 anos do Legislativo capixaba.

A orquestra nasceu em 2019 e é formada por 30 musicistas. Na apresentação realizada no Pelotis do Palácio Domingos Martins, a filarmônica contou com a presença de 18 componentes e, na abertura do espetáculo, também com a participação do Algazarra Coral, formado somente por crianças.

No repertório, clássicos da música popular brasileira, composições de Chiquinha Gonzaga, Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Ary Barroso, entre outros. No encerramento do concerto, a Femes apresentou o tango “Por uma cabeza”, de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera. A canção contou com a participação do duo de dança Bárbara Veronez e Pedro Souza.

A maestrina Alice Nascimento explicou sobre a escolha do repertório. “A gente escolheu para comemorar os 190 anos e abrir essa série que se chama ‘De Portas Abertas’, um repertório com MPB. A ideia é que o público reconheça as músicas, cante junto, que as suas memórias afetivas venham e se emocionem com a gente”, destacou. 

Alice ressaltou a importância da representatividade da Femes, colocando mulheres em espaços majoritariamente ocupados por homens. “A Femes nasceu exatamente por isso. A gente quer falar sobre o protagonismo feminino tocando. E a música clássica não é diferente de outros lugares, né? Predomina a liderança masculina, na gestão, na regência, os principais cargos, os cargos de decisão são dominados por homens. Acho que não chega a 6% das orquestras que têm uma mulher à frente”, lamentou.

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“E é por esse motivo que a gente fez a Femes. E como a gente toca, eu acho que subindo ao palco, uma orquestra só de mulheres, nem precisa falar, eu acho que já tem o impacto que a gente deseja, que é o convite à sociedade a refletir sobre isso, a mulher protagonista, autônoma e emancipada”, concluiu a musicista.

A estagiária da Ales Mariana Celestino saiu emocionada da apresentação. “Nossa, eu achei linda. Eu já estava ansiosa, até chamei minha irmã e uma amiga pra gente assistir. Desde o início eu me emocionei muito e fechou com chave de ouro com a dança flamenca. Eu achei tudo maravilhoso, a cantora cantou lindamente também, foi incrível”, afirmou.

O presidente da Ales, deputado Marcelo Santos (União), destacou a importância de promover atividades culturais no prédio do Legislativo. “Não é só de reforma administrativa, nem de projeto de lei, que a Assembleia trabalha. ‘De Portas Abertas’ mostra que nós podemos trazer cultura, entretenimento e, agora com a Orquesta Filarmônica de Mulheres, uma apresentação muito bacana. Nós estamos muito honrados em receber essa orquestra aqui. 

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O parlamentar adiantou que está sendo preparada uma apresentação especial para o final do ano. “No final do ano teremos aqui uma apresentação natalina muito legal para homenagear os nossos servidores e também o público que está aqui, que será convidado a estar presente conosco novamente como hoje”, revelou o presidente. 

Relevância do Poder Legislativo

O chefe do Legislativo deu ênfase à importância do Poder Legislativo para o desenvolvimento do estado. “A Assembleia Legislativa do Espírito Santo comemora 190 anos de sua existência, colaborando no desenvolvimento do nosso estado. É claro que nesse momento agora, colaborando muito mais, a várias mãos. Reconstruímos o Espírito Santo e o Poder Legislativo foi peça principal”, opinou Marcelo. 

O deputado aproveitou a ocasião para lembrar que o Parlamento capixaba está prestes a votar o orçamento do Estado para o ano de 2025. “Uma peça que quase chega a casa dos R$ 30 bilhões. Nós teremos a exclusividade, que é o papel do Poder Legislativo, o papel da Assembleia Legislativa, previsto no nosso texto constitucional, de avaliar essa peça orçamentária, emendar, corrigir possíveis distorções e autorizar o Executivo a fazer esse bocado de investimento que ele vem fazendo, melhorando a vida das pessoas, alcançando todos os cidadãos, principalmente”, concluiu.
 

Fonte: POLÍTICA ES

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