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Frente inicia trabalhos propondo pautas para desenvolvimento do ES

Debate sobre legislação para empreendedores também está na agenda da frente parlamentar / Foto: Paula Ferreira

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Representantes de setores produtivos e entidades que discutem o futuro da economia capixaba participaram, nesta quarta-feira (10), da reunião de lançamento da Frente Parlamentar (FP) do Desenvolvimento Econômico e Inovação. A FP é presidida pelo deputado Lucas Polese (PL) e tem Coronel Weliton (PRD) como secretário-executivo.

O desenvolvimento capixaba em um Brasil com as regras de tributação profundamente revisadas deu a tônica da maioria das intervenções, apontando a frente como um espaço importante para a discussão de diversas soluções aos desafios futuros.

Fotos da reunião

“Uma das nossas pautas é a Reforma Tributária que vai impactar em diversas atividades, uma delas o turismo. Nós precisamos aperfeiçoar a legislação, nossas ações públicas para que nós não tenhamos esse impacto nos municípios de uma forma significativa e possa prejudicar o cidadão capixaba”, defendeu o deputado Coronel Weliton.

A necessidade de atenção aos impactos da Reforma na dinâmica local também foi pontuada pelo empreendedor e ex-secretário de Desenvolvimento Econômico em Viana, Rafael Ottaiano.

“Não podemos ser um estado que vive somente para reagir às demandas, também precisamos ser um estado propositivo e inovador. Uma Reforma Tributária que já anuncia que haverá impactos para o nosso estado”, alertou o convidado em reflexão sobre a premissa de que unidades da federação com população pequena devem sofrer uma redução de arrecadação após a reforma.

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Para Ottaiano, o ES precisa pensar no futuro do jovem e evitar êxodo populacional pela busca de trabalho no país.

A frente

Representando o Sistema Fecomércio-ES, Wagner Corrêa comemorou a criação da frente como espaço para que as sugestões apareçam pela ótica dos variados setores. Entusiasmado, o presidente da Câmara de Comércio Brasil-China, Carlos Eiras, defendeu que o convívio com o mercado internacional mostra que as oportunidades só se completam com a participação das instituições públicas.

“O futuro está na Ásia e esses países são muito protocolares. O Vietnã está iniciando essa trajetória de vir para o Brasil e o mundo. Todas as missões que organizamos para esses países e as que recepcionamos aqui, o setor público tem que estar junto, eles valorizam muito isso”.

Para o superintendente do ES em Ação, Luciano Gollner, desenvolvimento econômico e inovação são fatores que andam juntos, inseparáveis. Já o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Vitória, Rogério Abranches, colocou que a urgência do debate aponta a necessidade de “desenvolver metodologias, regramentos e oportunidades para a tecnologia ser aplicada de maneira produtiva”.

Também participaram da reunião o secretário de Ciência e Tecnologia de Colatina, Lucas Knup, e Aparecida Breda, empreendedora de Afonso Cláudio.

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Agendas

A frente parlamentar terá como próximas ações debates sobre “código de defesa do empreendedor”, “código do MEI (Microempreendedor Individual)” e sobre desburocratização na esfera municipal. A agenda foi pontuada pelo deputado Lucas Polese.

“Atravessamos um momento no nosso país onde a questão dos mercados e a questão fiscal é um pouco fragilizada, vendo muita preocupação por parte dos empreendedores (…). Essa frente parlamentar é para atrair e agregar todas as entidades do setor produtivo e construir cenários de inovação, de desburocratização, de redução de encargos e custos do Estado nas costas deste ente privado”, explicou o presidente.

Plano Estadual

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) vem debatendo um plano de longo prazo, com diretrizes e ações de ciência, tecnologia e inovação para o Estado nos próximos dez anos, com três eixos principais: interiorização, internacionalização e grande maturidade das instituições capixabas.

“O Espírito Santo tem que fazer sua agenda própria, não podemos esperar. Vai passar pelo desenvolvimento da inovação, o Espírito Santo tem destaque nacional e a gente vai precisar inovar muito”, defendeu o diretor-geral da Fapes, Rodrigo Varejão.

Fonte: POLÍTICA ES

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