Ficou para a próxima semana a análise dos três vetos e duas urgências que integravam a pauta de votações da Assembleia Legislativa (Ales) nesta quarta-feira (6). No primeiro item da pauta – o veto total ao Projeto de Lei (PL) 386/20024 – o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Dary Pagung (PSB), se prevaleceu do prazo regimental de três sessões para apresentar seu parecer.
Assim, a pauta foi travada, impedindo as votações seguintes. Pagung comunicou ao presidente da sessão ordinária, deputado Delegado Danilo Bahiense (PL), que sua equipe está trabalhando no tema e que a matéria será relatada na sessão da próxima segunda-feira (12).
De autoria dos deputados Tyago Hoffmann (PSB) e Marcelo Santos (União), o PL 386/2024 prevê a transferência simbólica da sede do governo estadual para Iconha, no dia 3 de julho de cada ano, data da emancipação política do município, ocorrida em 1924 por meio da Lei Estadual 1428, assinada por Florentino Avidos, presidente do ES à época.
A história da emancipação é interessante. Iconha era distrito de Piúma, mas em 1903, em função de o distrito ter se desenvolvido, passou a ser a sede do município. Isso durou até 1963, quando o território que atualmente é de Piúma também se emancipou e ganhou seu nome de volta. A antiga sede, por sua vez, foi redenominada Iconha.
O nome de Piúma tem origem tupi, que se refere a um mosquito típico de manguezais chamado “pium”, popularmente conhecido como “borrachudo”. Já a toponímia de Iconha tem origem tupi-guarani, cuja interpretação mais aceita é “morada entre duas montanhas”, referência a rios e morros próximos.
Fonte: POLÍTICA ES








































