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Deputado aponta prejuízos devido à falta de serviço de telefonia

“Todos têm necessidade e direito de prestação do serviço”, afirma Coronel Weliton / Foto: Paula Ferreira

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Nos últimos sete anos, o interior do Estado do Espírito Santo viu certa expansão de torres de telefonia móvel. A medida partiu de um modelo de crédito outorgado de tributo estadual para as principais operadoras assumirem o compromisso dessas instalações. No entanto, para o deputado Coronel Weliton (PRD), os serviços ainda deixam a desejar em áreas mais afastadas e principalmente na zona rural capixaba, o principal foco da política.

Durante discurso nesta terça-feira (19) o parlamentar reclamou que os contratos firmados entre Estado e operadoras apontariam uma obrigação de alcance de 80% das regiões, o que, na opinião de Coronel Weliton, seria injusto.

Fotos da sessão

“Ora, quem paga imposto são 100% dos capixabas, independente se moram no perímetro urbano ou na zona rural. Todos têm necessidade e direito de prestação do serviço. Quem reside na zona rural são as pessoas que têm maior dificuldade de deslocamento, de comunicação”, afirmou.

“São eles que precisam de um socorro, precisam ligar 190, 193. E quando ligam, não têm os serviços sendo prestados. Os alunos da zona rural precisam fazer seus trabalhos e não têm acesso à telefonia e rede de dados. A Polícia Militar quando vai fazer suas operações aborda pessoas e veículos na zona rural, mas a falta de rede de dados impede vistoria ou consulta do CPF da pessoa. Também os agentes comunitários de saúde, que vão até as residências para fazer atualização no sistema”, exemplificou.

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Para o deputado, a falta de sinal de telefonia pode ser considerada um “problema crônico” também nas rodovias do estado, dificultando socorro em situações de emergência.

Trevo de Ibatiba

Outra cobrança feita pelo líder do bloco independente na Ales foi sobre a situação do trevo de Ibatiba na BR-262. Após mostrar vídeo de acidente no perímetro, Coronel Weliton cobrou do governo do Estado e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) uma solução “paliativa” para o local, seja uma rotatória, um radar ou semáforo.

Fonte: POLÍTICA ES

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