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Coordenadora do FESCIAT tem dois estudos aprovados para o 16º Congresso Mundial de Sociologia Rural

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A Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) e Coordenadora do Fórum Espírito-Santense de Combate aos Impactos de Agrotóxicos e Transgênicos (FESCIAT), Isabela de Deus Cordeiro, teve dois estudos aprovados para o 16º Congresso Mundial de Sociologia Rural.

O evento é promovido pela Associação Internacional de Sociologia Rural (IRSA) e pela Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER), com o objetivo de promover o desenvolvimento e o intercâmbio do conhecimento no âmbito das Ciências Sociais rurais e suas correlatas.

O Congresso ocorrerá na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre (RS), de 19 a 23 de julho. O evento terá como eixo principal de discussão o tema “Políticas para a Natureza, Alimentação e Nutrição em tempos de incerteza e mudanças climáticas”.

Sobre os estudos

Os trabalhos serão apresentados pela Coordenadora do FESCIAT e foram elaborados com o apoio da assessora Shayene Machado Salles e do Agente de Extensão em Desenvolvimento Rural do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Gustavo Rovetta Pereira.

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O primeiro estudo, intitulado “Territorialidades de produtos rurais como fatores condicionantes da transição agroecológica na região Sul-Caparaó, do Espírito Santo, Sudeste do Brasil”, analisa os aspectos socioeconômicos da configuração do território rural da região, com ênfase na cultura do café.

O artigo é fruto de um estudo de mais de um ano na região, com base em diferentes tipos de fontes, e revela as especificidades das regiões que têm o café como principal produção — áreas que carecem de políticas públicas e práticas de transição agroecológica singulares.

O segundo estudo, “O Pacto Ecológico Capixaba (PEC): Governança Territorial para a Transição Agroecológica como caminho para enfrentar as mudanças climáticas à luz da Agenda 2030”, aborda a transição para o modelo agroecológico e orgânico, considerando a governança territorial e a necessidade de ação integrada das políticas públicas — envolvendo assistência técnica, pesquisa e participação social.
O artigo apresenta o PEC, criado pelo MPES, e seus objetivos alinhados à Agenda 2030 da ONU.

Fonte: MINISTÉRIO PÚBLICO ES

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